Domingo, 4 de Janeiro de 2009

ENDEREÇO COM SOBRENOME DA FAMÍLIA: PRAÇA ANNA ROZA TARDOCHI DE ANDRADE - BAIRRO DO JABAQUARA - SP

Anna Roza Tardochi de Andrade, natural de Campinas - SP., nascida no dia 15 de junho de 1916, filha de imigrantes italianos, Sr. Vicente Tardochi e D. Augusta Percioni. Foi casada com Sr. João Pereira de Andrade, com quem teve 05 filhos: Ermelinda, Nelson, Terezinha, Roberto e Suely. Sra. Anna Roza foi moradora antiga da região onde se encontra o logradouro em questão, organizou campanhas para ajudar aos mais necessitados e atividades como arrecadação de alimentos, roupas e medicamentos para Associação de Moradores. Prestou serviços de benemerência em diversas comunidades carentes do bairro e adjacências. Faleceu no dia 23 de agosto de 1995, com 79 anos de idade.

Link do Projeto de Lei que Institui o nome da Praça: http://www.camara.sp.gov.br/projintegrapre.asp?fProjetoLei=0087%2F06&sTipoPrj=PL

Enviado por Sandra Regina Oiel

Domingo, 24 de Agosto de 2008

INTERESSANTE PESQUISA SOBRE A GENELOGIA DO SOBRENOME TARDOQUE - Por Washington Tardocchi

Para satisfazer a curiosidade de quem traz este sobrenome vou fazer um breve resumo do Significado deste nosso sobrenome italiano: o termo Tardocchi foi uma forma plural para o original Tardocchio, este formado pelo nome próprio Tardo acrescido do sufixo diminutivo -occhio.

Tardo foi um nome próprio, uma redução derivada do germânico Guntard, Gothard ou Gudhard nomes formados a partir de Gudha (Deus) e Hardhu (forte, valoroso) o nome teria o sentido de "forte com o auxilio de Deus", estes se latinizaram como Godehardus ou Gottardus tendo posteriormente dado origem a nome italiano Gottardo ou Gotardo de onde originou-se a redução Tardo.

Desta forma, alguém, cujo nome fora Tardo mas que porem fosse conhecido pela alcunha de Tardocchio, teve um filho que então foi chamado de "Fulano, Filius Tardocchio", este tendo repassado o termo a seus descendentes iniciou o uso do termo como uma marca de sua família, o repasse do termo de geração em geração acabou por transforma-lo em um sobrenome familiar.

A forma plurificada surgiu para se identificar um clã familiar, em italiano a frase "Família dos Tardocchios" fica "Famiglia dei Tardocchi", os que passaram a se utilizar do novo termo deram origem a este braço familiar.

Dados pesquisados por Washington Tardocchi - Rio de Janeiro

FOTO DA FAMÍLIA DE ANTONIO OIER SANCHEZ NA ESPANHA


Esta foto, sem datação, apresenta Antonio Oier Sanches, primeiro da direita para a esquerda, com a família, na Espanha. Aparentemente ao seu lado está o pai, a mãe e a irmã. Não existem mais informações sobre a fotografia. É interessante observar o a parede trabalhada que faz fundo, um sinal de vida em uma boa casa. As roupas detalhadamente cuidadas, bem passadas e calçados engraxados e com brilho. Imagem pertencente ao acervo pessoa da Tia Luíza.

Após algumas pesquisas feitas Tio Ismael quanto ao nome OIER, as conclusões são as seguintes:

O sobrenome correto da família na Espanha é OLLER , encontramos a cédula de identidade de meu falecido Pai, seu Avô paterno e no documento, ( identidade de estrangeiro naturalizado - Espanhol-Brasileiro ) emitido em 1966, consta o sobrenome correto O L L E R ( O Sobrenome OYEL, foi iniciado em Monte Aprazivel-SP, por um Escrevente que não entendeu o que lhe diziam, achou que era modo caipira de falar ER quando se queria dizer EL, nesse caso era ER mesmo ). Ele nasceu na cidade de UBEDA na Espanha, fica no estado da Andaluzia, próximo da cidade de Almeria ( de onde eram os Pais dele). Pesquisei em vários Sites de Busca e em UBEDA e ALMERIA, ainda existem várias pessoas da família OLLER (lê-se "ÔLHER"), são médicos, escritores, biólogas, diretor de museu, entre outros de destaque naquela sociedade”.
Informações enviadas pelo Tio Ismael, por e-mail.

NA CASA DA TIA LUÍZA


Foto tirada na casa da Tia Luíza, a aproximadamente 10 anos: João, Tunim, Marcelo, Ladino (Em memória). De pé, Mara e Gisele. Imagem pertencente ao acervo pessoa da Tia Luíza.

Domingo, 17 de Agosto de 2008

HOMENAGEM AO TIO LADINO


Esta é a última foto do Tio Ladino, tirada na casa do Tunim, enquanto fazia moagem de café, alguns meses antes de nos deixar. Fica aqui a admiração e saudade dos familiares.

Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

PRIMEIRO REGISTRO DA FAMÍLIA NO BRASIL - 1901

Segundo levantamento feito junto ao Memorial do Imigrante de São Paulo, consta que no livro de Registro de Imigrantes de São Paulo, 070/103, na relação de imigrantes embarcados na cidade de Genova, Itália, no dia 23/10/1901, do acervo documental, os seguintes dados referentes ao sobrenome:


Mapa1 - Localização de Ascoli Piceno - Itália

GIUSEPPE TARDOCCHI, nacionalidade italiana, idade 48 anos (portanto, nascido em 1853), sexo masculino, casado, profissão agricultor. Chegou no navio Les Alpes, procedente do porto de Genova, tendo como origem província de Ascoli Piceno (Mapa 1), cidade de Amandola (Mapa 2). Seu destino foi a cidade de Valinhos, onde viria a trabalhar na fazenda de Dr. A. Pereira Amaral. Data do desenbarque no porto de Santos, 18/11/1901. Composição da família: ANTONIA CAPPULLI (esposa, 42 anos). Filhos: CARLO (23 anos), VICENZO (20 anos), LIVIA (17 anos), ROSA (15 anos), GIOVANNI (11 anos), MARIA (10 anos), DOMENICA (6 anos), GIULIO (2 anos), FILOMENA BARATO, convivente (27 anos). Imigrantes de Religião Católica.


Mapa 2 - Cidade de Amandola - Itália

Se você reconhece nestes nomes algum antepassado de sua família, faça comentários.

FAMÍLIA TARDOQUE, VILA UNIÃO - SP (1948)


Foto 1 - A família com "vestes boas" para a fotografia, era hábito comum implementado pelas famílias burguesas da Europa no século XIX, estendendo-se as demais camadas da sociedade, tornando-se um "padrão" de registro da parentela reunida. Esta foto, tirada aproximadamente entre 1948 e 1950, constitui basicamente o núcleo da Família Tardoque, com o patriarca Júlio [1], ao centro, então residente na Vila União [2], atual distrito de União Paulista, no no interior de São Paulo. (Foto digitalizada da original do acervo pessoal da Sra. Ana Tardoque Narvaes).


Foto 2 - Esta foto provavelmente foi tirada no mesmo dia que a anterior (foto 1). Da esquerda para a direita: Jaci, Dona Olívia (José, no colo) e Aladino Júlio, sentado ao seu lado. Atrás dele, Sr. Antonio, Luiza e Antonio Oiel (Tunim). (Foto digitalizada de cópia ampliada da original do acervo pessoal da Tia Luíza).

Orientações:
- Clique nas fotos para ampliá-las na tela de seu computador.

- Se reconhecer pais, tios e avos nas fotos, indique e faça comentários.


[1] Julio e Maria estão sepultados em Nipoã - SP. Júlio faleceu esfaqueado por um amigo, em um baile em Vila União, entre 1948 ou 1949, após tentar separar uma briga, segurando-o por trás, sendo confundido com um agressor. O golpe foi certeira em seu coração. Maria Braguieri faleceu dormindo em sua cama, no sítio dos Tardoque, em Vila União, e dizem os parentes que não tinha um fio de cabelo branco e nenhuma ruga em seu rosto quando morreu. Parte do sítio ainda pertence aos descendentes e viúva de Domingos Tardoque, que aparece na foto, porém lá não existe mais nenhum pé de café. (Colaboração de Jaime Gimenes)


[2] Em 1924, as terras da região começaram a ser ocupadas pela família do mineiro Martiniano Antônio Rodrigues (de origem portuguesa). Quatro anos depois, surgiu um povoado com o nome de União, pela solidariedade de seus pioneiros. Em 1964, virou cidade e tornou-se União Paulista. Informação disponível como suplemento especial da Revista Já, do Jornal Diário Popular, como o título São Paulo de A a Z – A história resumida e a origem dos nomes de todos os municípios paulistas. Publicado em 5 jul 1998. p.24